“Energia não pode ser gerada a partir do nada”

Esta é uma das mais fundamentais leis da física, que até hoje ninguém conseguiu transviar sua virtude, a não ser, talvez, a nave Enterprise do seriado “Guerra nas estrelas”.

Para quem começou assistir a série de maior jornada dos Estados Unidos, na época de seu lançamento, na década de 80, vivia deslumbrado com os acontecimentos e tecnologias que eram usados pelos tripulantes da espaçonave. Conforme o tempo foi passando, a série começou a ter diversos problemas do tipo: “Celulares já não é ficção, está no cotidiano de todos”; “Controle remoto? Conta outra...”.

Uma por uma, as revoluções e inovações tecnológicas foram sendo usurpadas e conquistadas pelo presente, entretanto, ficaram ainda duas tecnologias pendentes...

A primeira é a tecnologia do tele-transporte, sim, isso poderá estar ainda muito longe de acontecer (Mas vai), esta descoberta é o ícone do condicionamento da série, que, por mais que seja absurda (Até para nossos tempos), é perfeitamente possível.

A segunda, que não é menos impressionante, é o gerador de energia infinito, que alimenta a nave continuamente pelo universo sem se esgotar, burlando no mínimo umas três leis da física moderna.

Agora a empresa irlandesa Steorn resolveu levar o desafio mais a sério. Argumentando ter ela própria construída um moto-contínuo, a empresa está convocando os vinte mais importantes físicos do mundo para contestar a sua máquina perpétua de geração de energia.

Sim, você deve estar se perguntando: Mas como ela gera energia do nada? A resposta é mais simples do que pode parecer...

Utilizando um complexo mecanismo de módulos magnéticos e de absorção de luz, a máquina que já foi apresentada no museu Louvre, há aproximadamente dois meses, consegue gerar uma energia de mais de cem por cento do trabalho dado inicialmente a ela, alcançando assim sua própria energia para poder compor mais, num ciclo infinito de geração de energia, além do mais: Crescente.

A demonstração foi um fracasso, a máquina que estava sendo apresentada pelo próprio inventor, em rede nacional pela BBC da Inglaterra, durou apenas alguns minutos depois da força de impulso inicial. O engenheiro deu como desculpa a série de fotos e luzes passada para o sistema, dando interferência.

O interessante, é que a energia é limpa, ou seja, sem poluentes, e pode ser utilizada em qualquer componente, desde celulares até carros (Lógico, depois de um profundo amadurecimento da idéia, pois o mentor afirma que está apenas quatro anos desenvolvendo o projeto).

“Durante os anos de desenvolvimento, nossa tecnologia foi validada por vários cientistas e engenheiros independentes. Agora nós estamos procurando vinte dos [membros] mais qualificados e mais céticos da comunidade científica mundial para formar um júri independente, testar a tecnologia em laboratórios independentes e publicar suas descobertas”, disse Sean McCarthy, fundador da empresa.

Segundo o princípio da conservação de energia, um dos princípios fundamentais do entendimento atual de todo o universo, energia não pode ser nem criada e nem destruída – ela apenas muda de forma.

Isso seria um avanço muito grande para a comunidade global, onde a conservação de energia, o trabalho manual e o meio-ambiente seriam conservados ao máximo, completando assim mais uma etapa de Jornada nas Estrelas, porém, na vida real.

Fontes:

http://www.inovacaotecnologica.com.br

http://www.bbc.com

http://www.steorn.net

 

Visualização detalhada do componente(Chamado de Orbo):

http://img100.imageshack.us/img100/9176/analysisry10ig9.png